eu tenho tantos sonhos, tantos desejos, tantas vontades, que tudo transborda e me deixa ilhada.
se a vida pudesse ser mais gentil, eu não seria enxurrada.
eu tenho tantos sonhos, tantos desejos, tantas vontades, que tudo transborda e me deixa ilhada.
se a vida pudesse ser mais gentil, eu não seria enxurrada.
Do I stress you out?
My sweater is on backwards and inside out
And you say: “how appropriate!”
I don’t want to dissect everything today
I don’t mean to pick you apart, you see
But I can’t help it
And there I go, jumping before the gun-shot has gone off
Slap me with a splintered ruler
And it would knock me to the floor if I wasn’t there already
If only I could hunt the hunter
And all I really want is some patience
A way to calm the angry voice
And all I really want is deliverance
Do I wear you out?
You must wonder why I’m relentless and all strung out
I’m consumed by the chill of solitary
I’m like Estella
I like to reel it in and then spit it out
I’m frustrated by your apathy
And I am frightened by the corrupted ways of this land
If only I could meet the Maker
And I am fascinated by the spiritual man
I am humbled by his humble nature
And what I wouldn’t give to find a soulmate
Someone else to catch this drift
And what I wouldn’t give to meet a kindred
Enough about me
Let’s talk about you for a minute
Enough about you
Let’s talk about life for a while
The conflicts, the craziness
And the sound of pretenses falling
All around, all around
Why am I so petrified of silence?
Here, can you handle this?
Did you think about your bills, your ex, your deadlines?
Or when you think you’re gonna die?
Or did you long for the next distraction?
And all I need now is intellectual intercourse
A soul to dig the hole much deeper
And I have no concept of time, other than it is flying
If only I could kill the killer
And all I really want is some peace, man
A place to find a common ground
And all I really want is a wave-length
And all I really want is some comfort
A way to get my hands untied
And all I really want is some justice
Sempre soube o que quis. Decidida, definida, definitiva. Agressiva, até. Daquelas que se impõem e batem o pé pelo que sabe que quer. Que não deixa espaço para a dúvida. Não que seja um poço de certezas, pelo contrário. Mas elas não me atingem quando tomo decisões, são apenas parte do pacote. Acredito no que quero e enfrento o resto, com a certeza de estar fazendo a coisa certa.
A incerteza, no entanto, pode abrir portas também. Uma nova realidade. Liberdade. Liberdade para poder não saber também. Parar frente a uma dúvida e não saber o que fazer com ela. O peso de uma decisão pode ser grande às vezes, enquanto a indecisão nos deixa livre para não fazer nada até segunda ordem. E é bom desfrutar de uma folga de vez em quando.
… o mundo caísse hoje sobre a minha cabeça?
De nada valeria o emprego com carteira assinada, minhas economias, os amigos que conquistei, os sonhos e planos para o futuro, as fotos que não imprimi, o grande amor a ser vivido, as viagens programadas, o arquivo de textos não publicados, a saudade que eu não matei, o projeto de livro em andamento, as músicas que ainda não ouvi, o ingresso de teatro comprado com antecedência, o jantar marcado para a semana que vem, a amizade antiga que eu queria retomar, a conversa que eu precisava ter, a vontade de levar a irmã para tomar um sorvete, o abraço apertado que eu não dei.
E se?
“Uma vida sem trepidações bruscas, cheia daquelas alegrias meio desbotadas que a falta de riscos proporciona, mas uma vida feliz.” Marçal Aquilo, em Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios
Não, obrigada. Dispenso essas alegrias fáceis, seguras, opacas. Prefiro me arriscar, e por vezes até perder, mas ter a certeza de que todas as minhas alegrias são vivamente coloridas. E plenas. Porque quem não arrisca, vive metade do que poderia viver.
“Mas” (assim como “contudo”, “no entanto”, “entretanto”, “porém” e “todavia”) é uma conjunção coordenativa adversativa, ou seja, provoca contraste entre o que vem depois e tudo aquilo que veio antes. Para os mais radicais, é melhor nem começar a falar se for para colocar essa palavrinha em seguida.
De que vale uma coisa que logo depois fica inválida, por conta de alguma relação de oposição qualquer?
Daqueles dias, só tenho as lembranças, boas e ruins. Guardo tudo numa caixa meio empoeirada num canto do meu subconsciente. Vez em quando ela se abre sozinha - seja por obra do vento, de algum chacoalho mais forte, de uns drinks a mais ou de uma música especial – e invade meus pensamentos com tudo o que já passou.
A vida agora é outra. O peso da convivência já não existe mais. Apenas a leveza de um fio que se estica e oscila entre o presente, o passado e o futuro. Um fio delicado. Tão delicado que pode estourar a qualquer minuto.
“Relacionamentos
Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim. Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:
- Ah, terminei o namoro…
- Nossa, estavam juntos há tanto tempo…
- Cinco anos…. que pena… acabou…
- é… não deu certo…
Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?
E não temos essa coisa completa.
Às vezes ela é fiel, mas é devagar na cama.
Às vezes ele é carinhoso, mas não é fiel.
Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.
Às vezes ela é muito bonita, mas não é sensível.
Tudo junto, não vamos encontrar.
Perceba qual o aspecto mais importante para você e invista nele.
Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E às vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante… e se o beijo bate… se joga… se não bate… mais um Martini, por favor… e vá dar uma volta.
Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.
Não brigue, não ligue, não dê pití. Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar… ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.
Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama.
Que graça tem alguém do seu lado sob pressão?
O legal é alguém que está com você, só por você. E vice-versa. Não fique com alguém por pena. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós.
Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.
Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Muitas vezes você vai sentir raiva, ciúmes, ódio, frustração… Faz parte. Você convive com outro ser, um outro mundo, um outro universo.
E nem sempre as coisas são como você gostaria que fosse… A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear.
E nem todo sexo bom é para descartar… ou se apaixonar… ou se culpar…
Enfim…quem disse que ser adulto é fácil ????”
Arnaldo Jabor (duvido um pouco da autoria de textos que circulam muito pela internet, mas aqui não importa muito quem foi que escreveu)
Don’t hold yourself like that
You’ll hurt your knees
I kissed your mouth and back
But that’s all I need
Don’t build your world around volcanoes melt you down
What I am to you is not real
What I am to you you do not need
What I am to you is not what you mean to me
You give me miles and miles of mountains
And I’ll ask for the sea
Don’t throw yourself like that
In front of me
I kissed your mouth your back
Is that all you need?
Don’t drag my love around volcanoes melt me down
What I am to you is not real
What I am to you you do not need
What I am to you is not what you mean to me
You give me miles and miles of mountains
And I’ll ask for… what I give to you
Is just what i’m going through
This is nothing new
No no just another phase of finding what I really need
Is what makes me bleed
And like a new disease she’s still too young to treat
(Volcanoes melt you down)
She’s still too young
(I kissed your mouth)
You do not need me
Eu quis que o mundo me entendesse. Que as pessoas mais próximas me conhecessem o suficiente para perdoar todas as escorregadas e suprir as necessidades mais urgentes. Meu maior erro foi esperar que alguém além de mim me aceitasse por inteiro, sem tirar nem pôr, a todo o momento, de qualquer jeito.
Mas se nem eu me entendo sempre, me amo sempre, como posso cobrar isso do outro?
Eu quis um alento, porto-seguro, um colo para deitar minha cabeça pesada de tanto pensar e pensar, um peito para deitar meu coração exausto de tanto bater e bater e bater e bater. Quis um mar de compreensão, apenas para perceber que tudo isso vem em gotas. Preciosas partículas, que quando dadas o devido valor e a merecida atenção, valem por uma enxurrada.
Sim, aceito uma colher de chá.